Homens são flagrados com quase 30 mil comprimidos de Ivermectina na BR-242


Foto: Divulgação/PRF-BA

Quase 30 mil comprimidos de Ivermectina com nota fiscal irregular foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na noite de ontem (30). Segundo a PRF, o caso aconteceu durante abordagem em frente ao posto policial, no Km 230 da BR 242, em Itaberaba, na Chapada Diamantina.

Os policiais deram ordem de parada a um Fiat Doblò, com dois ocupantes. Durante a abordagem, notaram que o motorista e o passageiro ficaram nervosos. Assim, decidiram fazer buscas no interior do veículo e encontraram 7.320 caixas de Ivermectina.

Os agentes solicitaram a documentação legal para o transporte, mas o condutor entregou uma nota fiscal que continha dados divergentes do material transportado. No documento apresentado, o local de destino dos medicamentos seria a cidade de Natal (RN), porém, o veículo seguia uma rota contrária.

Outro fato observado foi que o número de lote e data de fabricação dos produtos apreendidos não condiziam com o discriminado na nota fiscal.

Aos policiais, os homens relataram que embarcaram a mercadoria na cidade de Barreiras (BA), a pedido de um caminhoneiro, e durante o percurso da viagem estavam realizando a venda fracionada do medicamento para farmácias da região.

A ivermectina é um medicamento prescrito para combater verminoses, mas tem sido procurada por um suposto efeito preventivo contra a Covid-19, o que levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a incluir a substância na lista de medicamentos controlados.

Diante dos fatos, os homens assinaram o Termo Circunstanciado de Ocorrência e vão responder por suas condutas perante o Juizado Especial Criminal (JECRIM). Todo o material apreendido será entregue a Vigilância Sanitária. Do Metro1

Jovem é executado a tiros em Manoel Vitorino


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Um jovem foi executado com dois tiros, um na cabeça e outro no peito, na cidade de Manoel Vitorino. O crime aconteceu na noite de segunda-feira e teve como vítima o jovem Marlon da Encarnação Lima, apelidado de “louro”. Populares encontraram o corpo do jovem próximo a BR 116, na saída de Manoel Vitorino para Poções. Segundo informações, o rapaz teria tido uma discussão no dia anterior com a namorada e levou um corte de gilete nas costas.

A Polícia apurou ainda que Marlon estava fazendo uso de maconha antes de morrer em companhia do amigo, Jeferson Santos Lima, 20 anos, quando foi surpreendido por um elemento não identificado que deferiu aproximadamente 4 disparos, e que após perceber que o segundo disparo atingiu o seu companheiro,  saiu correndo. O cadáver foi removido para o IML, em Jequié. A Polícia Civil já iniciou as investigações para descobrir a autoria e motivação do crime. Do BJM

Vendedor de rifa é assassinado na porta de casa em Jequié


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Um homem foi assassinado no Loteamento Santa Luz, bairro Joaquim Romão, em Jequié. O crime aconteceu na noite de sábado, e teve como vítima, Valdemir Raimundo da Silva Júnior, conhecido como Japonês da Rifa. Testemunhas disseram que Valdemir estava sentado na frente da casa onde morava quando o assassino chegou efetuando os disparos. A vítima foi socorrida pelo SAMU e encaminhada ao HGPV, onde faleceu. Segundo moradores das proximidades, a vítima comercializava rifas e morava com a esposa, que estava grávida e se sentiu mal após o crime, sendo levada a uma unidade de saúde. Do BJM

Carga de relógios avaliada em mais de 200.000 reais é apreendida pela PRF na BR 116 em Jequié


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A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, na manhã de domingo (12), em Jequié (BA), grande quantidade de relógios importados transportados ilegalmente. Os produtos seriam vendidos na capital baiana e abasteceriam o mercado de ambulantes. Os policiais abordaram dois veículos que transitavam juntos, um caminhão VW/8.150 e um FIAT/Strada, e encontraram várias caixas com os relógios no compartimento de carga do caminhão. A passageira da caminhonete Strada, uma mulher de 61 anos, assumiu a responsabilidade pelo material e relatou que o carregamento foi realizado em Campo Grande (MS) e tinha como destino abastecer o mercado de ambulantes de Salvador (BA). Disse ainda que contratou os serviços do caminhoneiro para realizar o transporte dos relógios.

Investigação de morte envolvendo Queiroz é retomada após 17 anos


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A 32ª Delegacia de Polícia do Rio manteve aberto por 17 anos um inquérito para averiguar a morte do estudante Anderson Rosa de Souza, de 29 anos, ocorrida no dia 15 de maio de 2003. O tenente Adriano Nóbrega e o sargento Fabrício Queiroz, à época lotados no 18º Batalhão da PM, registraram o caso como “homicídio proveniente de auto de resistência”, alegando que revidaram um ataque a tiros ao entrar na Cidade de Deus. A informação é do jornal Extra.

Durante quase duas décadas, o Ministério Público do Rio (MP-RJ) verificou uma série de falhas na investigação, a exemplo da ausência de exame nos fuzis usados na operação, de perícia de resíduos nas mãos do cadáver e de depoimentos de familiares da vítima. As únicas providências tomadas foram três depoimentos de Queiroz e de Adriano. Agora, o MP quer a retomada das investigações.

No último dia 3, o promotor Cláudio Calo Sousa, que assumiu a 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial em março, determinou uma série de diligências para que o caso seja reaberto. O novo prazo para conclusão das investigações é de 90 dias.

Em documento enviado para a 32ª DP e obtido pelo jornal, o promotor escreveu que “causa perplexidade o porquê tais fuzis não foram efetivamente periciados” e também “estranheza” a falta de juntada dos folhas de antecedentes criminais (FAC) dos policiais. Quando o inquérito foi instaurado, um ano após a morte, apenas a FAC de Anderson Rosa de Souza foi anexada aos autos, sem qualquer anotação criminal.

O caso da morte do estudante ocorreu quatro anos antes de Queiroz se tornar assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Tio de Michelle Bolsonaro é preso por estupro no DF


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O tio materno de Michelle Bolsonaro, Gilmar Firmo Ferreira, de 44 anos, foragido da Justiça pelo crime de estupro, foi preso na noite desse sábado (11/7). Ele foi encontrado no conjunto G da QNM 40, em Taguatinga, por volta das 22h. A região é uma das mais pobres e violentas do Distrito Federal.

Dois policias civis da 24ª Delegacia de Polícia (Setor O) localizaram Gilmar e o levaram para a 12ª DP (Taguatinga centro).

Segundo informações contidas na ocorrência, a equipe recebeu denúncia anônima dizendo que o procurado estava no local. Os agentes fizeram o monitoramento do endereço e solicitaram que uma das moradoras do imóvel chamasse o tio de Michelle. Após ele sair da residência, os policiais deram voz de prisão e conseguiram detê-lo.

Gilmar é o irmão mais novo de Maria das Graças, mãe de Michelle Bolsonaro, e foi condenado em 2018 a 14 anos, 4 meses e 24 dias, em regime fechado, por estupro. O caso foi revelado em reportagem do Metrópoles em agosto de 2019.

De acordo com a denúncia registrada na delegacia, a vítima – uma criança na época – começou a sofrer abusos no ano 2000. Ele é casado com a tia da menina.

Em um relato detalhado, a vítima contou que Gilmar pegou a mão dela e colocou nas partes íntimas dele. A garota teria entrado na casa da tia para tomar banho e surpreendeu-se ao ver que o homem a estava observando. Na ocasião, segundo a denúncia, o agressor teria dito: “Você está ficando mais gostosa que a sua tia, ainda vou ficar com você”.

Quatro anos depois, aos 14, a menina teria sofrido novo ataque. Ela dormia no sofá da casa da tia, quando acordou e viu Gilmar com as calças arriadas. O homem, segundo as acusações, teria deitado em cima dela e mandou a vítima não gritar. O ato não teria sido concretizado porque a adolescente contou que pediu ajuda. Apesar de ninguém ter aparecido na ocasião, o suposto agressor a teria deixado ir embora.

A garota conta ainda que, em 2005, Gilmar a beijou à força. Segundo a ocorrência policial, a mãe dela e a tia, mulher de Gilmar, sabiam dos abusos, mas nada fizeram, porque o homem tinha um perfil agressivo.

A menina explicou à polícia que demorou a denunciá-lo porque a tia teria implorado para ela perdoar o agressor. Mas mudou de ideia após descobrir ataques similares de Gilmar a uma prima, que também havia sido violentada por ele e estava com sinais de depressão.

As duas resolveram registrar ocorrência e solicitar medidas protetivas. No depoimento, a prima revelou que os estupros tiveram início quando ela tinha 5 anos de idade. Só cessaram após completar 14.

Os abusos teriam ocorrido tantas vezes que a menina não soube precisar a quantidade.

Como descreve a denúncia, em um dos episódios, a criança assistia a um desenho animado quando saiu para comprar balinhas. Ao voltar à residência, Gilmar estava sentado na sala vendo vídeos pornográficos.

Aos investigadores, ela relatou que o tio pegou uma faca e a obrigou a assistir às cenas de sexo. Ainda de acordo com o depoimento, o homem tirou as calças e passou o órgão genital nas partes íntimas da vítima.

Assustada, a garota fez um desenho retratando a dinâmica dos abusos e mostrou para as tias. As famílias moravam na mesma casa. Do Metropoles

Reconstituição da morte de Adriano da Nóbrega durou quatro horas


Foto: Alberto Maraux/SSP

A reconstituição da operação policial que resultou na morte do miliciano Adriano da Nóbrega, na cidade de Esplanada, na Bahia, realizada hoje (12) durou quatro horas, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). No total, 58 policiais participaram da reprodução simulada.

“A célula tática, composta de três policiais militares, que localizou o miliciano naquele dia, mostrou como foram as buscas, a tentativa de cumprir o mandado, a entrada no imóvel onde o foragido se escondia, o confronto e a prestação de socorro”, informou a SSP, em nota oficial.

O laudo da reconstituição será anexado aos exames periciais no corpo de Adriano. Do Metro1

Garota foi espancada por que namorou integrante de outra facção criminosa em Jequié


Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Jequié conduziu à Delegacia um bandido acusado de ter mandado dar uma surra em uma garota, fato ocorrido na tarde do dia 04/07/2020, no bairro do Km 03, em Jequié. No vídeo aparece uma mulher e um jovem espancando a garota e outro indivíduo com o celular filma toda a ação. Segundo apurou a Polícia Civil, a garota sofreu a punição por que estava namorando um cara de outro bairro que pertence a outra facção criminosa. O vídeo foi amplamente divulgado nas redes sociais e virou caso de polícia. Foi tomado interrogatório do suspeito e providências investigativas estão em andamento.

Bahia tem queda no índice de roubos a bancos pelo 6º ano consecutivo


Foto: Divulgação/SSP-BA

Pelo sexto ano consecutivo, a Bahia teve redução no índice de roubos a bancos, segundo dados divulgados hoje (9) pela Secretaria de Segurança Pública do estado (SSP-BA). No primeiro semestre de 2020, a modalidade criminosa teve diminuição de 28,6%, em comparação com o mesmo período de 2019. Em números absolutos, foram 20 casos nos primeiros seis meses de 2020, contra 28 no mesmo período do ano anterior.

Também no primeiro semestre, ações das polícias Militar e Civil desarticularam duas quadrilhas especializadas em ataques contra instituições financeiras. Em muitos casos, essas ações aconteceram em parceria com a Polícia Federal. Vinte e uma armas de fogo foram apreendidas, entre elas sete fuzis. Treze criminosos acabaram presos em flagrante e 14 morreram em confrontos com as forças de segurança estaduais. Do Metro1

Geral DF: polícia apreende fogos e cofre em chácara de grupo de extremistas


Foto: Agência Brasil

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realizou na manhã de hoje (21) uma operação para cumprir um mandado de busca e apreensão em um dos pontos de apoio dos grupos de extrema direita conhecidos como “300 do Brasil”, “Patriotas” e “QG Rural”. A polícia investiga a prática de supostos crimes de milícia privada, ameaças e porte de armas cometidos pelo grupo que apoia o presidente Jair Bolsonaro.

Cerca de 30 policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor) participaram da operação. O alvo foi uma chácara na região de Arniqueiras, no Distrito Federal, com duas casas, onde também havia barracas instaladas.

A polícia informou que o imóvel contava com câmeras de segurança que cobriam toda a sua extensão. No local foram apreendidos fogos de artifício, vários manuscritos com planejamento de ações e discursos, cartazes, aparelhos de telefone celular, um facão, um cofre (que ainda será aberto), e outros materiais destinados a manifestações. Da Agência Brasil